A Verdadeira Explicação

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Para quem adquiria esta curiosidade... Está ai a verdadeira explicação.

Uma pequena esfera, onde no seu interior é encontrado um circuito elétrico semelhante ao de um microcomputador. A única diferença está em um módulo de expansão ligado a um dispositivo que é capaz de desintegrar e reintegrar a matéria a partir de instruções feitas anteriormente por um sistema binário de coordenadas tridimensionais.
Para ativar o dispositivo, o usuário lança a esfera e um acelerômetro detecta o movimento brusco ativando o módulo. Ao mesmo tempo em que o próprio acelerômetro se habilita de calcular a direção em que a esfera foi lançada, criando um trajeto virtual e girando o foco do dispositivo de desintegração para o alvo. Ao encontrar o alvo, outro dispositivo é ativado, esse por sua vez através de uma câmera é capaz de medir a distancia da esfera até o alvo. Lembrando que tudo isso ocorre numa fração de segundos.
Depois da distancia ser calculada, antes de tocar o alvo, o módulo de desintegração é completamente ativado. No trajeto até que a esfera toque o alvo, ou seja, em milésimos de segundos, o dispositivo desintegrador ativa dois módulos, que agem ao mesmo tempo, enquanto um copia a coordenada e as informações de uma determinada partícula e envia essas informações para uma memoria, o outro desintegra a mesma. Notamos que todas as informações para restauro das partículas uma a uma são gravadas de modo quase instantâneo em uma memoria interna no sistema, no momento em que são gravados, todos esses dados são compactados em KGB, um formato de arquivo semelhante a ZIP ou RAR mas com uma capacidade de compactação mais eficiente.
Quanto à velocidade com que todos os dados sejam compactados, o segredo está na CPU de 64 cores e atingindo velocidades superiores a 10 THz.
O modulo de desintegração conta com dois lasers de precisão máxima, com capacidade de se locomover e encontrar pontos em um alvo com três dimensões. O scanner funciona da seguinte forma: o laser 1 escaneia todas as partículas da frente do alvo adquirindo as coordenadas e as informações necessárias, e o segundo as desintegra liberando as partículas do segundo plano e assim por diante.
Após o “serviço” ser terminado em frações de milésimos. Todo o alvo é transformado em informações binarias e é salvo em KGB Arquive na memoria interna do sistema.
A esfera cai no chão e é desativada. No circuito da esfera contem diversos circuitos integrados forçando-a a ficar mais compacta possível, tendo aproximadamente 9 cm de diâmetro, e um processador quântico para fazer os cálculos rapidamente, o software é baseado em Debian, instalado em uma unidade separada da memoria interna de 25 PB, exclusiva para os dados de desintegração.
A reintegração é feita praticamente de maneira inversa, tendo de diferente o laser de reintegração que captura partículas formando novos núcleos, dessa forma, tornando possível a reintegração do alvo adquirido anteriormente. Ou seja, o usuário lança a esfera todo os dispositivos são ativados mas ao invés de scanear e desintegrar ele buscará todos os dados armazenados com as determinadas coordenadas e irá reintegrar as partículas uma a uma no seu devido local e com suas devidas ligações eletrônicas.
Tal esfera possui uma cor padrão vermelha e branca e é popularmente chamada de Pokebola.


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