O OCO DA TERRA

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 Possivelmente você que está lendo essa postagem agora é um nerd, caso esta informação seja verdadeira, também é provável de você leitor nerd acreditar que o planeta terra é oco. Mais o que comprovaria tal fato?

Segundo a teoria da Terra oca, a Terra não seria uma esfera substancial, preenchida apenas com lavas vulcânicas, mas sim um corpo oco, com fendas localizadas nos pólos. Na sua parte interna habitaria supostamente uma raça muito elevada em termos de tecnologia, que eventualmente visitaria o exterior a bordo de OVNIs, sendo assim os responsáveis pela maior parte das naves avistadas pelos seres humanos nos últimos tempos. Ao contrário da teoria da Terra invertida que acredita que nós é que somos os moradores da Terra oca.



 As primeiras formulações científicas sobre essa teoria, datam do século XVII, pelo astrônomo britânico Edmond Halley, que propunha um planeta formado por camadas concêntricas e espaçadas entre si. Nos séculos seguintes, a tese serviu de base para o enredo de diversas obras esotéricas e literárias. Essa teoria também estava associada a outras como a de o interior da terra ser habitado por animais " superiores" e com entradas localizadas nos pólos terrestres.


 No século XVIII, outros cientistas introduziram mudanças nesta teoria, mas nunca a rejeitaram. Leonard Euler concebia um sol no centro da Terra, doando luz e calor aos moradores desta esfera, enquanto Sir John Leslie tinha como verdadeira a existência de dois sóis, Plutão e Proserpina. Hoje, os estudiosos já descobriram o que causa realmente as perturbações na esfera eletromagnética da Terra, mas ainda assim Halley conquistou adeptos ao longo da história, e atualmente não se acredita menos nestas versões. Um destes discípulos, John Symmes, abraçou tão ardentemente esta causa, que a provável porta para o universo interno foi batizada com seu nome – Buraco de Symmes.


 Nas antigas crenças, mundos ocultos sob a superfície da Terra sempre tiveram destaque. Budistas da Ásia central acreditavam num Reino de Agartha, um labirinto subterrâneo que abrigava populações de continentes extintos. Ali, seu líder sagrado, o "Rei do Mundo", comandava esse centro de progresso intectual, de razão desenvolvida e conhecia todas as forças da Terra, lia todas as almas, conhecia todos os destinos. Platão também abordou o tema , assim como Gilgamesh entre outros.


 Não existe nenhum ponto de gravidade zero na Terra. Não importa onde você esteja, sempre estará sofrendo o efeito da distorção espaço-temporal provocada pela massa do planeta, distorção esta que erradamente chamamos de força. Há sim um equilíbrio entre o movimento de rotação e a "atração" gravitacional nos pontos a 640 e a 2.000 Km de profundidade. E no caso do ponto central onde a rotação é zero, apenas o equilíbrio gravitacional.
 Sem rotação, a ação da gravidade é muito mais forte e, dessa forma, qualquer massa colocada nesses pontos seria atraída para baixo e para os lados. À latitude de 70º a Terra começa a se curvar para formar as enormes aberturas polares que medem aproximadamente 2.000 Km. Se houvesse apenas a rotação da Terra em torno do seu eixo, as aberturas se localizariam à 90º, exatamente nos pólos geográficos. Contudo, outros movimentos de rotação, como o da elipse em torno do Sol, fizeram com que elas se formassem 20º mais distante. É por isso que os pólos geográficos e magnéticos não coincidem. Quando exploradores que estão buscando o pólo Norte ou o pólo Sul chegam à latitude de 70º e a bússola deles aponta pra baixo, ele pensam que estão no pólo magnético, mas não estão. Na verdade, as bússolas estão sob o efeito do anel magnético que cerca as entradas polares.
 Outro aspecto surpreendente do fato de a Terra ser oca é que ela possui duas superfícies (ou três se considerarmos a do Sol interno): a interna e a externa, que são interligadas pelas aberturas polares. Ambas com atmosfera, oceanos, continentes, florestas, rios, lagos, uma fonte direta de luz e calor (direta porque a luz, o calor e outras emanações vindas da estrela que chamamos de Sol influenciam a superfície interna e vice-versa), enfim, com todo um ecossistema próprio. Apesar de serem interligadas e semelhantes até certo ponto, possuem diferenças marcantes como a "Atração" gravitacional menor na superfície interna - o que, entre outras coisas, permite um crescimento maior das plantas e dos animais, a posição do Sol interno sempre as doze horas - o que significa que não há noite no intra-mundo, o estágio evolucionário mais avançado na superfície interna - isso se deve, além de outras razões, ao fato do intra-mundo estar mais protegido contra eventos cataclísmicos (como a queda de um grande meteoro por exemplo) do que o mundo externo. Estando mais protegido, o ecossistema interno evoluiu um pouco mais lentamente, porém, de forma contínua. É o popular devagar e sempre. Quando a superfície externa estava passando por um dos muitos eventos que provocavam grande extinções, parte do seu ecossistema migrava para a superfície interna e era forçado a se adaptar para sobreviver (essa migração era muito mais fácil antes do congelamento dos pólos, época em que havia uma maior integração entre as superfícies). No final das contas, o intra-mundo sempre ficava com o melhor das duas superfícies e, após a cessação desses grandes eventos, ajudava a repovoar a nossa superfície. Isso contribuiu ainda mais para aumentar a diferença entre os dois mundos.

 "Muitos mistérios estão ocultos em nosso planeta, principalmente sob a crosta terrestre e sob o gelo dos polos.
 Não se sabe os segredos que podem estar ocultos embaixo de quilometros de neve e gelo e que estão guardados por milhares de anos. Talvez o que venha a ser descoberto possa surpreender até as mentes mais brilhantes do nosso mundo."
Estranhas estruturas que adentram à terra foram localizadas na Antártica, nas seguintes coordenadas:
66 33' 11.58"S, 99 50' 17.86"E e 66 36' 12.58"S, 99 43' 12.72"E
 Não se tem certeza se essas aberturas ou entradas são naturais, ou se foram feitas artificialmente.
Sabemos que existem bases ameridcanas na Antártica, mas existem muitas lendas e histórias de possíveis bases secretas Nazistas (NEU-SCHWABENLAND), onde teriam escondido os famosos Haunebus (naves discóides) tanto comentado durante a segunda guerra mundial.
 Podemos levantar várias hipóteses, e continuaremos sem uma resposta convincente.

 O certo, é que antes de 23 de fevereiro de 2006, as aberturas vista hoje não existiam, ou poderiam estar cobertas pela neve e gelo. Mas após esta data, é claramente visível e inequívoco, tanto que digitando as coordenadas acima no Google Earth, a imagem do satélite não deixa dúvidas sobre sua existência.
A "estrutura" é mais ou menos em forma triangular, com uma largura de aproximadamente 90 metros e uma altura de 30 metros, e por isso é de tamanho considerável. O chão parece ser composto de gelo e o nível ligeiramente côncavo.
 A seguir estão as imagens das coordenadas 66 33' 11.58"S, 99 50' 17.86"E
Imagem da esquerda: antes de 23/02/2006
Imagem da direita: depois de 23/02/2006





 Outra abertura misteriosa foi encontrada nas coordenadas 66 33' 11.58"S, 99 50' 17.86"E, estando demonstrada através das fotos a seguir:



Pode-se observar que o tipo de material que compõe a proteção da entrada, é totalmente diferente do material rochoso ao redor.


 Por fim para melhor intendimento, veja esse video explicativo em 3D:

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